Crescimento e reconhecimento: Beeton ao longo da história do calçado

Calçado, estilo e muito trabalho, estes seguem sendo os principais sinônimos da região do Vale dos Sinos que, ao longo de sua história, vem sendo uma das principais potências do setor calçadista do Brasil. No século XX, a indústria do calçado da região era extremamente forte e autossustentável, gerando economia para todo o país, tendo a cidade de Novo Hamburgo como uma das principais fontes.

Neste período, pequenas e grandes fábricas produziam em massa e a nível nacional e internacional, fazendo com que pessoas de diversas localidades vinham ao Vale para fazer parte deste momento único da região. Com essa crescente, a partir do fim dos anos 60 o setor passou pelo seu verdadeiro auge, onde houve a expansão dos trabalhos e participação de diversas marcas em feiras e eventos de grande porte do segmento. Sendo assim, a indústria calçadista fez com que os municípios da região se desenvolvessem em diversas esferas.

Dentro do apogeu do calçado, a Beeton tomou forma e passou a integrar o cenário calçadista, colocando sua essência aventureira dentro do segmento, passando por Novo Hamburgo e Dois Irmãos até chegar em Campo Bom, onde atualmente está instalada. Desde então, muito se fez, além de aprimorar o design de seus produtos, a marca se tornou referência dentro de sua proposta adventure e, aos poucos, conquistou seu espaço sendo patrocinadora de eventos esportivos de surfe, além de marcar presença em muitas feiras do ramo.

Onde estamos inseridos

O município de Campo Bom é uma das 14 cidades banhadas pelo Rio dos Sinos e possui um grande protagonismo no segmento. Ao longo da história do ápice do calçado, a cidade passou por três momentos marcantes, são eles: a primeira Feira Nacional de Calçados, que originou a Fenac, em 1961, a primeira exportação brasileira de calçado, em 1968, e o pioneirismo na América Latina em instalar uma ciclovia, no ano de 1977. Com a participação nestes eventos históricos a cidade se tornou uma potência econômica reconhecida em todo o País, ganhando o título de Pequeno Gigante do Vale.

Atualmente, segundo o IBGE senso 2018, o município possui mais de 66 mil habitantes e segue na rota da indústria calçadista, mesmo com a longa intersecção entre o ápice do calçado e sua queda no início dos anos 2000. Neste contexto, a Beeton segue os trabalhos por aqui, aprimorando e readaptando seu desenvolvimento, buscando atender diversos públicos que prezam pela liberdade e de gostos guiados pelo DNA e espirito aventureiro.